quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010

HOMENAGEM A MCQUEEN






Ele foi um dos primeiros de sua geração a criar a consciência de que a moda não se sustentava sozinha. Roupas incríveis, com qualidade impecável, digna de quem foi treinado pelos tradicionais alfaiates de Savile Row, não eram suficientemente relevantes para se comunicarem com seu público. Foi nas artes, no teatro e na tecnologia que Alexander encontrou a fórmula que levou suas roupas e desfiles às últimas consequências.

McQueen compreendeu desde o início de sua carreira que a moda precisava estar conectada às outras áreas de conhecimento para ganhar força e relevância. Por isso ateou fogo na passarela, cobriu outra de água, fez chover, nevar, transformou seu desfile num grande jogo de xadrez vivo, amontoou uma pilha imensa de lixo no centro de sua apresentação, soltou lobos para caminhar com as modelos, as fez flutuar dançando no ar, prendeu-as num aquário de vidro que fazia as vezes de manicômio, utilizou robôs para jogar jatos de tinta em suas roupas, projetou Kate Moss numa imagem holográfica e utilizou gruas gigantes para proporcionar uma visão 360º de seu desfile transmitido ao vivo pela internet.


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